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Partituras
Olha-me Sempre Assim
Título
Olha-me Sempre Assim
Palavras-chave
Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais
Tipologia
Canção Brasileira
Compositor
Autor de letra
Instrumentação
Canto e Piano
Litografia
Ano
1932
Letra
Talvez não saiba revelar,o que por ti meu peito sente,
quando, porm mim, indiferente,
passas... e eu fico a meditar.
O teu olhar terno e macio,
foi a sublime inspiração
que fez nascer, num desvario,
deniro em minh’alma esta canção,
(Refrain)
Olha-me, sempre assim,
com tão meigo olhar,
meu doce amôr...
e, bem junto de mim,
deixa-me aspirar,
teu labio em flôr!
Olha-me, sempre assim,
com tão meigo olhar,
Oh! meu doce amôr!
E bem junio de mim,
deixa-me aspirar
teu labio am flôr! ...
Que importa o mundo?! Uma lembrança,
é, muita vez, sem parecer,
o luminoso alvorecer,
que faz florir uma esperança...
Seja um palacio, uma choupana,
tendo-te a ti, minha faceira,
som um luar de porcelana,
eu caniarei, a vida intera.
(Refrain)
quando, porm mim, indiferente,
passas... e eu fico a meditar.
O teu olhar terno e macio,
foi a sublime inspiração
que fez nascer, num desvario,
deniro em minh’alma esta canção,
(Refrain)
Olha-me, sempre assim,
com tão meigo olhar,
meu doce amôr...
e, bem junto de mim,
deixa-me aspirar,
teu labio em flôr!
Olha-me, sempre assim,
com tão meigo olhar,
Oh! meu doce amôr!
E bem junio de mim,
deixa-me aspirar
teu labio am flôr! ...
Que importa o mundo?! Uma lembrança,
é, muita vez, sem parecer,
o luminoso alvorecer,
que faz florir uma esperança...
Seja um palacio, uma choupana,
tendo-te a ti, minha faceira,
som um luar de porcelana,
eu caniarei, a vida intera.
(Refrain)
Cota
22043
Local de proveniência
Diversos Caixa 3
Notas
Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses
Inserido por
Ricardo Andrade

