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Documentação
Boletim da Sociedade de Estudos da Colónia de Moçambique
Título
Boletim da Sociedade de Estudos da Colónia de Moçambique
Date
1932
volume
1
number
6
Lista de autores
M.E.A
Editor
Sociedade de Estudos de Moçambique
N.º de capítulo
Cantos Guerreiros Indígenas
N.º de páginas
5
Intervalo de páginas
43-46
Cidade
Lourenço Marques [Maputo]
content
Sempre as religiões e as nacionalidades têm recorrido ao canto coral para fortalecer a unidade de doutrina, e por isso, também os cânticos guerreiros foram sempre um valioso recurso para acrescentar o valor das tropas, exaltando a dedicação até aos maiores sacrifícios.Na instrução militar o canto coral é conveniente para as marchas, exercícios de gimnástica e sugestionar a fé patriótica, desde o hino nacional até às canções apropriadas às condições militares, estando essa instrução muito desenvolvida nas nações mais adiantadas.
Entre nós, na metrópole, foi em 1912 que se começou a exigir o canto coral na recruta e nas escolas de repetição. Anterior- mente, o hino da monarquia, se tinha uma música apreciável, a sua letra era detestável, e quási todos os versos rimavam com constituição, pelo que a letra era ignorada de todo. Também nesta colónia o assunto tem sido estudado e contém alguns' aspectos interessantes [...]
Entre nós, na metrópole, foi em 1912 que se começou a exigir o canto coral na recruta e nas escolas de repetição. Anterior- mente, o hino da monarquia, se tinha uma música apreciável, a sua letra era detestável, e quási todos os versos rimavam com constituição, pelo que a letra era ignorada de todo. Também nesta colónia o assunto tem sido estudado e contém alguns' aspectos interessantes [...]
Date Created
2018-07-19
Creator
Tiago Simões
category
Artigo em periódico
Medium
Papel Impresso (preto e branco)

