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Áudio
Fado das alminhas
Título
Fado das alminhas
Género
Fado de Coimbra
Prefixo do Número de Catálogo
EQ
Número de Catálogo
149
Prefixo do Número de Matriz
BN
Número de Matriz
144
Lado
A
Número de licença
E
Intérprete (s) principal (ais)
Compositor
Acompanhador (es)
Letra
FADO DAS ALMINHAS Música: Paulo de Sá, dedicada “Ao Nuno Quental”
Letra: Popular (1ª <1903;>copyright de 1929.
I
Pelas alminhas te peço,
Dá devagar os teus passos,
Que debaixo dos teus pés
Anda a minh’alma em pedaços!
II
Ando triste como a noite,
Nada me alegra o sentido…
Ninguém sabe o bem que perde
Senão depois de perdido.
Letra: Popular (1ª <1903;>copyright de 1929.
I
Pelas alminhas te peço,
Dá devagar os teus passos,
Que debaixo dos teus pés
Anda a minh’alma em pedaços!
II
Ando triste como a noite,
Nada me alegra o sentido…
Ninguém sabe o bem que perde
Senão depois de perdido.
Notas
Informação complementar:
A quadra «Pelas alminhas te peço» já era considerada popular em 1903, data da 1ª edição do livro “Mil Trovas Populares Portuguesas”, coleccionadas por Agostinho de Campos e Alberto de Oliveira e por estes dedicadas “Às Senhoras Portuguesas”, fonte que constitui a mais antiga de que disponho para o efeito. Encontramo-la também na Enciclopédia das Famílias (Ano XXI, Nº 247, de 1907, pág. 536) e no livro de Jaime Cortesão, “O que o Povo canta em Portugal”, pág. 225.
A Quadra «Ando triste como a noite» já era popular em 1893, data do I volume do “Cancioneiro de Músicas Populares”, de César das Neves. Encontramo-la também em Mil Trovas, Cancioneiro Geral dos Açores (3º volume), Cancioneiro Transmontano e Alto Duriense, Cancioneiro Popular Português e Brasileiro, de Nuno Catarino Cardoso, etc.
A quadra «Pelas alminhas te peço» já era considerada popular em 1903, data da 1ª edição do livro “Mil Trovas Populares Portuguesas”, coleccionadas por Agostinho de Campos e Alberto de Oliveira e por estes dedicadas “Às Senhoras Portuguesas”, fonte que constitui a mais antiga de que disponho para o efeito. Encontramo-la também na Enciclopédia das Famílias (Ano XXI, Nº 247, de 1907, pág. 536) e no livro de Jaime Cortesão, “O que o Povo canta em Portugal”, pág. 225.
A Quadra «Ando triste como a noite» já era popular em 1893, data do I volume do “Cancioneiro de Músicas Populares”, de César das Neves. Encontramo-la também em Mil Trovas, Cancioneiro Geral dos Açores (3º volume), Cancioneiro Transmontano e Alto Duriense, Cancioneiro Popular Português e Brasileiro, de Nuno Catarino Cardoso, etc.
Outros números
7-62210
Data de criação
2005-07-26
Data de modificação
2018-06-19
ID REP
260
ID FONO
260

